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Anglicanos e anglicanas participam da Marcha das Margaridas

IEAB Últimas Notícias - qua, 2019-08-14 22:22

foto: Divulgação / Bispo Maurício, Diocese Anglicana de Brasília participa da Marcha

A Marcha das Margaridas caminha para sua 6ª. marcha, nesta quarta feira 14 de agosto, através de mais uma ação coletiva, da qual participaram mulheres, crianças e homens, que propõe a construção de um Brasil sem violências, e onde sejam respeitadas a democracia e a soberania popular. Membros e membras de nossa Igreja participaram da Marcha em Brasília este ano.

Por meio de um processo colaborativo de construção nos âmbitos municipais, estaduais e nacional, a organização da Marcha das Margaridas 2019 envolveu a participação de trabalhadoras do campo, da floresta, das águas, e contou com o apoio de trabalhadoras urbanas, ativistas e lideranças de movimentos sociais.

A Plataforma Política da 6ª. Marcha das Margaridas, organizadas em 10 eixos, trouxe reflexões importantes, imprescindíveis e urgentes de serem abordadas e enfrentadas. Questões que refletem a conjuntura e a estrutura dos problemas sociais, econômicos e políticos da nossa sociedade brasileira.

A Marcha das Margaridas 2019 vem denunciar o aumento da violência a partir do aumento das desigualdades sociais que estamos vivenciando, pautadas nas relações de classe, gênero e raça, bem como o desmonte e as violações dos nossos direitos sociais, que viemos conquistando com muita luta e suor desde o final da década de 1980 e início de 1990, com a instituição do Estado Democrático de Direitos.

A 6ª. Marcha das Margaridas denuncia ainda o corte no orçamento de incentivo à produção de alimentos, e de Políticas Públicas como as de Assistência Social, Saúde, Educação e Moradia.

Texto partilhado por: Jacinta Chaves. Diocese Anglicana de Brasília

Fotos: Divulgação/Redes sociais

Dia Internacional dos Povos Indígenas

IEAB Últimas Notícias - dom, 2019-08-11 21:12
Dizer que “um dia” dedicado aos Povos Indígenas é uma forma de mitigar ou minimizar nossas consciências ocidentais europeias com respeito à dívida histórica e irreparável do sangue derramado desses povos é, no mínimo, uma brincadeira de mau gosto. Já não basta o fatídico “dia do índio”, no qual pintam a cara das crianças, põem penas em seus cabelos (compradas num mercado que explora animais) e desfilam como dentro de um espírito bizarro.  De brincadeiras assim, (ainda que inocentes) nossos irmãos donos da terra já estão cheios. Estão cheios de serem tratados como museus, lembranças do passado ou mesmo como fósseis de uma sociedade que deveria ser extinta. Dedicar um dia aos Povos Indígenas é atestar nosso fracasso com respeito ao que é mais sagrado: o respeito às nossas origens. Se até hoje o brasileiro tem dificuldades de se ver como brasileiro, é porque nossas origens são negadas, como se fôssemos filhos diletos da marinha europeia. Se é preciso lembrar, é porque sempre foi esquecido, nunca foi ninguém. Ser ninguém é a única coisa que nossos antepassados estão cheios. É preciso ir além disso. É preciso ir além de uma data vermelha no calendário. É preciso identificação com esses irmãos e irmãs que historicamente foram considerados peças de museu ou simplesmente folclore brasileiro. É preciso ter um sentimento de brasileiridade, mais do que idolatrar a bandeira nacional.  É preciso ser nacionalista, não ao “brasil trumpista”, mas ao Brasil-Brasil. É preciso saber reconhecer os verdadeiros latifundiários, ou seja, os verdadeiros donos dessas terras tupiniquins. Nos verdadeiros latifundiários, não existia fome, não existia falta de terra, nem sem terra. Na época em que Iñandejara governava os céus e a terra, não havia carestia, não havia miséria, não havia armas de fogo, não havia índios. Menos ainda, existia um “Deus acima de todos”, pois Iñandejara estava “junto” de todos. Haviam, de fato, brasileiros…. Aproveito esse grito para solidarizar com os povos Kaiowá, Guarani, Kinikinau e Terenas, que são nações originais do Mato Grosso do Sul. Agradeço a eles por terem cuidado tão bem dessa terra que hoje, com tanta facilidade destruo dia pós dia. Agradeço por terem conservado as águas, as matas e os animais que são atropelados no Lago do Amor. Esses são meus avós, tataravós que, dia pós dia, estão sendo esquecidos pelo cano da bala, pela difamação, pela desapropriação egoísta, pelo crescimento da economia. Pois eles atrasam a economia do país, eles são culpados pela miséria dessa nação, são violentos, preguiçosos, e fazem arruaça. Nós, da Paróquia da Inclusão – IEAB, aproveitamos esse dia para dizer Não as barbaridades que esses povos tem sofrido em nosso Estado. É inaceitável o modo como os verdadeiros latifundiários desse país são tratados: a base de bíblia e de bala. Queremos conclamar as autoridades públicas que sejam mais firmes contra as violências praticadas a esses povos. E dizer que é uma vergonha ser cristão, se sob esse título não estiver uma profunda identificação com nossos avós, tios, tataravós, etc. Em tempos como os nossos, não precisamos de bíblias, precisamos que Iñanderu volte e reine novamente sobre a terra!

Dizer que “um dia” dedicado aos Povos Indígenas é uma forma de mitigar ou minimizar nossas consciências ocidentais europeias com respeito à dívida histórica e irreparável do sangue derramado desses povos é, no mínimo, uma brincadeira de mau gosto. Já não basta o fatídico “dia do índio”, no qual pintam a cara das crianças, põem penas em seus cabelos (compradas num mercado que explora animais) e desfilam como dentro de um espírito bizarro.  De brincadeiras assim, (ainda que inocentes) nossos irmãos donos da terra já estão cheios. Estão cheios de serem tratados como museus, lembranças do passado ou mesmo como fósseis de uma sociedade que deveria ser extinta.Dedicar um dia aos Povos Indígenas é atestar nosso fracasso com respeito ao que é mais sagrado: o respeito às nossas origens. Se até hoje o brasileiro tem dificuldades de se ver como brasileiro, é porque nossas origens são negadas, como se fôssemos filhos diletos da marinha europeia. Se é preciso lembrar, é porque sempre foi esquecido, nunca foi ninguém. Ser ninguém é a única coisa que nossos antepassados estão cheios.É preciso ir além disso. É preciso ir além de uma data vermelha no calendário. É preciso identificação com esses irmãos e irmãs que historicamente foram considerados peças de museu ou simplesmente folclore brasileiro. É preciso ter um sentimento de brasileiridade, mais do que idolatrar a bandeira nacional.  É preciso ser nacionalista, não ao “brasil trumpista”, mas ao Brasil-Brasil.

É preciso saber reconhecer os verdadeiros latifundiários, ou seja, os verdadeiros donos dessas terras tupiniquins. Nos verdadeiros latifundiários, não existia fome, não existia falta de terra, nem sem terra. Na época em que Iñandejara governava os céus e a terra, não havia carestia, não havia miséria, não havia armas de fogo, não havia índios. Menos ainda, existia um “Deus acima de todos”, pois Iñandejara estava “junto” de todos. Haviam, de fato, brasileiros….

Aproveito esse grito para solidarizar com os povos Kaiowá, Guarani, Kinikinau e Terenas, que são nações originais do Mato Grosso do Sul. Agradeço a eles por terem cuidado tão bem dessa terra que hoje, com tanta facilidade destruo dia pós dia. Agradeço por terem conservado as águas, as matas e os animais que são atropelados no Lago do Amor. Esses são meus avós, tataravós que, dia pós dia, estão sendo esquecidos pelo cano da bala, pela difamação, pela desapropriação egoísta, pelo crescimento da economia. Pois eles atrasam a economia do país, eles são culpados pela miséria dessa nação, são violentos, preguiçosos, e fazem arruaça.

Nós, da Paróquia da Inclusão – IEAB, aproveitamos esse dia para dizer Não as barbaridades que esses povos tem sofrido em nosso Estado. É inaceitável o modo como os verdadeiros latifundiários desse país são tratados: a base de bíblia e de bala. Queremos conclamar as autoridades públicas que sejam mais firmes contra as violências praticadas a esses povos. E dizer que é uma vergonha ser cristão, se sob esse título não estiver uma profunda identificação com nossos avós, tios, tataravós, etc. Em tempos como os nossos, não precisamos de bíblias, precisamos que Iñanderu volte e reine novamente sobre a terra!

Via: Paróquia da Inclusão-IEAB

Jovens brasileiras participam do encontro de Jovens Episcopais no Panamá

IEAB Últimas Notícias - seg, 2019-07-29 10:20
Entre os dias 17 a 19 de julho, aconteceu na cidade do Panamá o Encontro de Jóvenes Episcopales (Encontro de Jovens Episcopais) organizado pela IX Província em conjunto com a IARCA (Iglesia Anglicana de la Region Central de America). Participaram do evento jovens do Panamá, Honduras, República Dominicana, Colômbia, Cuba, Porto Rico, México, Estados Unidos, Equador e Brasil. A celebração de abertura contou com a pregação do Bispo Presidente da Igreja Episcopal dos Estados Unidos, Revmo. Michael Curry. Em seu sermão: “Não tenha vergonha de ser jovem. Siga Jesus e ame”, em sintonia com o lema do Evento “El camino del amor” (O caminho do amor), o Bispo salientou que, em momentos de conflitos, devemos sempre seguir o caminho do amor em nossas vidas, logo, seguir a Jesus, porque Deus é amor. Durante o encontro, os jovens tiveram à sua disposição quatro oficinas com os seguintes temas: Cuidado com a Criação, Liderança, Evangelismo e Reconciliação Racial, podendo participar de três delas. A delegação brasileira foi representada pelas jovens Diana Linhares (Diocese Anglicana do Recife), Paula Mello (Diocese Meridional) e Yarana Borges (Diocese Anglicana de Pelotas), membros do Grupo de Trabalho das Juventudes. Ao decorrer do EJE, os jovens tiveram tempo de reflexão e aprendizagem acerca dos ensinamentos do Evangelho de Jesus bem como partilharam sua cultura e experiência de fé em um espaço acolhedor.

DASP elege bispo Coadjutor

IEAB Últimas Notícias - ter, 2019-07-09 16:43

Foto: Divulgação

Na manhã desta terça feira (09) foi eleito em concílio extraordinário para bispo coadjutor da Diocese Anglicana de São Paulo (DASP) o Reverendo Cézar Fernandes Alves. O Reverendo Cézar está atualmente reitor da Paróquia São João, em São Paulo desde de 2002. Nasceu em Quixeramobim no Ceará e foi ordenado diácono em julho de 1995 e presbítero em junho de 1996, exerceu seu ministério em várias paróquias da IEAB.

O clérigo possui especialização em anglicanismo pelo Centro Anglicano de Birminghan na Inglaterra, MBA e  pós graduação em  Mindfulness. A eleição deverá passar pela homologação da Câmara Episcopal e dos Conselhos Diocesanos para então ser agendada a Cerimônia de Sagração. Parabéns ao Reverendo Cézar que Deus abençoe seu ministério.

Secretaria Geral da IEAB

Texto: Nilo Junior

DASP elege novo bispo coadjuntor

IEAB Últimas Notícias - ter, 2019-07-09 16:26

Foto: Divulgação redes sociais

Na manhã desta terça feira (09) foi eleito em concílio extraordinário para bispo coadjutor da Diocese Anglicana de São Paulo (DASP) o Reverendo Cézar Fernandes Alves. O Reverendo Cézar está atualmente reitor da Paróquia São João, em São Paulo desde de 2002. Nasceu em Quixeramobim no Ceará e foi ordenado diácono em julho de 1995 e presbítero em junho de 1996, exerceu seu ministério em várias paróquias da IEAB.

O clérigo possui MBA e é pós graduado em Gestão Emocional nas Organizações e Mindfulness. A eleição deverá passar pela homologação da Câmara Episcopal e dos Conselhos Diocesanos para então ser agendada a Cerimônia de Sagração.

Parabéns ao Reverendo Cézar que Deus abençoe seu ministério.

Secretaria Geral da IEAB

Texto: Nilo Junior

LGBTI+, Congresso

IEAB Últimas Notícias - qua, 2019-06-26 14:51

LGBTI+, Congresso

Paróquia da Trindade promove Congresso LGBTI+ em São Paulo

IEAB Últimas Notícias - qua, 2019-06-26 14:04
Entre os dias 19 e 23 de junho a Paróquia da Santíssima Trindade da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil em São Paulo promoveu e acolheu o 1° Congresso Igrejas e Comunidades LGBTI+ em parceria com Koinonia Presença Ecumênica. O Congresso reuniu diversas lideranças políticas, movimentos sociais e de defesa dos direitos humanos, pessoas que pesquisam ou são interessadas na relação entre espiritualidade e questões LGBTI+ , e religiosas de diferentes comunidades de fé que puderam compartilhar suas experiências com outras comunidades e grupos. Tratando de temas como saúde, política e inclusão. No atual contexto as comunidades têm diferentes posições nas questões envolvendo suas espiritualidades e a diversidade sexual de gênero. Ora apoiando e acolhendo, ora excluindo ou invisibilizando seus fiéis e suas lideranças, tornando, ou não, seus espaços religiosos seguros. Os desafios do acolhimento as pessoas da comunidade LGTBI+ em igrejas e espaços religiosos tem sido uma real necessidade, para essas pessoas que também tem o direito de viver sua fé e serem respeitadas, mas, nem sempre se sentem seguras, temendo serem excluídas ou até mesmo sendo alvo de violências de todo tipo. De acordo com o Reverendo Arthur Cavalcante, reitor da Paróquia da Santíssima Trindade, a ideia de um Congresso surgiu no final do ano passado, pela conjuntura que estávamos atravessando no país, na esfera social, econômica, religiosa e política. “A pergunta era o que podia ser feito para trazer esperança na caminhada de nossas pessoas fiéis? O Congresso surge como uma proposta de usarmos a nossa experiência de Paróquia a serviço das pessoas, irmãs de fé e de luz aos movimentos sociais. Acredito que o Congresso alcançou plenamente seus objetivos.” Segundo o reverendo foi uma proposta que não só usou as ferramentas/expertises teológicas da IEAB, como também o exercício do ethos anglicano, somado ao jeito da comunidade local de tratar assuntos tão delicados de forma prática e pastoral na última década. A experiencia da Paróquia da Trindade em lidar com determinados temas gerou uma confiança de entidades parceiras e gentes que militam em diferentes espaços. “A IEAB, através da JUNET, foi uma grande parceira ao confiar em nós a responsabilidade de realizar algo grande e com poucos recursos iniciais. Reunir mais de 230 pessoas durante todo o evento não é brincadeira em tempos tão desafiadores como o nosso.” Destacou Arthur. O congresso recebeu pessoas das Dioceses Meridional, Paraná, Rio de Janeiro, Recife, Amazônia, São Paulo, Distrito Missionário, bem como a presença de pessoas de diversos estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Rio Grande do Norte, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Brasília e Pará. Gente que de outros países como Escócia, EUA e Argentina.

Rev. Carla E. Roland Guzmán, PhD, Rector Episcopal Church of St. Matthew and St. Timothy

De acordo com a Reverenda Carla E. Roland Guzmán, da Igreja Episcopal dos Estados Unidos e coordenadora da Fé, família, Igualdade: latinx Roundtable (um programa de CLGS) O insight e a complexidade das apresentações e participação foram inigualáveis, mesmo em comparação com outros congressos em todo o mundo. As perspectivas teológica, acadêmica e de base, contextual, interseccional, pastoral e libertadora da comunidade foram abordadas a partir de uma variedade de perspectivas progressistas, ecumênicas e inter-religiosas. “Para a Comunhão Anglicana e outros contextos, o congresso deve ser visto como um modelo de como abordar, em diálogo, uma conversa de direitos LGBTI + em todo o mundo, de uma perspectiva religiosa, social e política. Isso permite que posições teológicas progressistas sobre questões LGBTI+ tenham um espaço que possa desafiar os diálogos discursivos sequestrados pela direita.” disse Guzmán.

O evento correu na semana da Parada LGBTI+ de São Paulo, que este ano comemorou os 50 anos de Stonewall, diversos religiosos e pessoas ligadas a comunidades inclusivas participaram , no domingo, da Parada  no “Bloco Gente de Fé” contra a lgbtifobia.  Ao final foi redigida a  Carta de São Paulo e realizada a celebração de todas as Fés. Texto: Nilo Junior, Secretaria Geral Fotos do Congresso

Casa Noeli recebe visitantes da Christian Aid e da Igreja Episcopal Escocesa

IEAB Últimas Notícias - dom, 2019-06-16 20:25

Casa Noeli

Nesta semana, entre os dias 14 e 18, a Secretária Geral da IEAB Revda, Magda  Guedes Pereira e a Coordenadora do SADD, Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento, Revda, Dilce Paiva de Oliveira estiveram em Ariquemes – Rondônia, acompanhando a visita da representante da equipe da Christian Aid, Brasil, Sarah  Roure e quatro pessoas representando a  Igreja Episcopal da Escócia e uma pessoa o Escritório da Christian Aid da Escócia para relação entre as igrejas e a agência.
O objetivo da visita é conhecer e acompanhar o trabalho realizado na Casa Noeli dos Santos. A Casa Noeli desempenha importante serviço na acolhida de mulheres vítimas de violência no município e região. Entre os contatos feitos, o grupo foi recebido pelo prefeito municipal  Sr. Thiago Flores , pela secretária de Assistência Social Sra. Gisele Mendonça, pelo vereador  Sr. Ueslei Pinheiro e pela vereadora Sra. Carla Redano. Estes dois últimos garantiram verba parlamentar para auxílio nas despesas da Casa Noeli  que recebe recurso através de projeto junto a administração pública.
O trabalho da instituição faz parte da rede de enfrentamento da violência contra mulher, o grupo representando a Igreja e a Christian Aid também foi recebido pelo  Conselho Municipal da Mulher, que tem a Revda. Elineide como presidente, pela delegada da Delegacia Especializada da Mulher e pela Promotoria Pública. Além das atividades relacionadas ao trabalho da Casa Noeli o grupo participou da Celebração Eucarística na Paróquia da Santíssima Trindade, sendo pregadora a Revdma. Deã Dilce e celebrante a Revda. Magda.  A comunidade participou ativamente da celebração e ao final foi oferecido um saboroso lanche, demonstrando a importante liderança da Revda. Elineide. Texto: Dilce P. Oliveira com colaboração Nilo Junior Fotos: Divulgação/redes sociais

Veja mais fotos da visita:

UJAB realiza seminário sobre direitos humanos em Santa Maria

IEAB Últimas Notícias - ter, 2019-06-04 10:49

Foto: Divulgação/UJAB

No final  de semana entre os dias 31 de maio  1 e 2 de junho , aconteceu  o Seminário de Direitos Humanos, em Santa Maria-RS, Coordenado pela Juventude da Área Provincial I  que compreende as  dioceses:   Sul Ocidental (DSO), Meridional (DM) e  Anglicana de Pelotas (DAP). Estiveram presentes representantes do RS e SC. Também houve  a assessoria de clérigos/as  da Diocese Anglicana do Recife(DAR). O projeto é uma iniciativa da UJAB/ área I, em parceria com as suas Dioceses e com o CEA, e, tem como objetivo fomentar o diálogo sobre a temática dos Direitos Humanos relacionando-a com a educação teológica. Para isso, foram organizados espaços de diálogo e de formação. O primeiro foi este  Seminário de Direitos Humanos e esteve  aberto à sociedade em geral.   A temática  também desenvolvida foi a dos Direitos Humanos à luz da mensagem de Jesus e da vida da Igreja.

No final  de semana entre os dias 31 de maio  1 e 2 de junho , aconteceu  o Seminário de Direitos Humanos, em Santa Maria-RS, Coordenado pela Juventude da Área Provincial I  que compreende as  dioceses:   Sul Ocidental (DSO), Meridional (DM) e  Anglicana de Pelotas (DAP). Estiveram presentes representantes do RS e SC. Também houve  a assessoria de clérigos/as  da Diocese Anglicana do Recife(DAR). O projeto é uma iniciativa da UJAB/ área I, em parceria com as suas Dioceses e com o CEA, e, tem como objetivo fomentar o diálogo sobre a temática dos Direitos Humanos relacionando-a com a educação teológica. Para isso, foram organizados espaços de diálogo e de formação.O primeiro foi este  Seminário de Direitos Humanos e esteve  aberto à sociedade em geral.   A temática  também desenvolvida foi a dos Direitos Humanos à luz da mensagem de Jesus e da vida da Igreja.

Texto: Nilo Junior, Secretaria Geral

Aniversário da IEAB, 129 anos. 1º de junho de 1890 – 1º de junho de 2019

IEAB Últimas Notícias - sex, 2019-05-31 22:09

“Rendam graças ao Senhor, porque ele é bom, porque seu amor é para sempre!” Salmo 136.1

1. Ação de graças por nossos pioneiros e pioneiras.  Com gratidão elevamos nossos corações e orações a nosso Deus, Senhor da História e da vida, pelos 129 anos de nossa querida Igreja Episcopal Anglicana do Brasil. Em 1º de Junho era realizado nosso primeiro culto em português, na cidade de Porto Alegre, iniciando assim a missão voltado ao povo desta terra. A determinação, o zelo, o entusiasmo, a compreensão do chamado de Deus, a fidelidade ao Evangelho, o espírito de oração, a humildade e simplicidade, marcaram a vida, as ações, dos jovens missionários e das pessoas que passaram a se somar a caminhada da IEAB. Homens e mulheres, muitos deles destacados nesta Oitava de Oração pelos pioneiros, que deixaram suas famílias, sua terra natal para atender o chamado de Deus de levar adiante o Evangelho Libertador.

2. Nosso esforço para seguir o “caminho de Jesus”. Neste tempo tão crítico, no contexto da festa de aniversário, experimentamos uma realidade política, social e econômica muito desafiadora com o desmantelamento das políticas públicas e a redução drástica do orçamento da união, dos estados e dos municípios. Tudo isso afetou o equilíbrio econômico e recursos destinados à educação, a saúde, a responsabilidade com os menos favorecidos, a redução dos direitos trabalhistas, o crescente desemprego, a paralização das grandes empresas e a venda de empresas estatais rentáveis, o descaso e a redução das leis ambientais e a violência, em alguns casos, promovida pelo estado, a desvalorização da vida e a exclusão das pessoas, são entre outras, algumas das questões que, no “caminho de Jesus”, somos desafiados a enfrentar profeticamente, em amoroso cuidado.

Tenho muito orgulho de nossa querida IEAB, pois nossa liturgia e nossa adoração, falam dessa realidade. Porque no louvor e na oração, somos animados, e tocados por Deus para sermos instrumentos de mudança, de amor e misericórdia.

Tenho muito orgulho de nossa IEAB porque nossas comunidades vão além do louvor e da oração, nossa caminhada é marcada pelo serviço, conforme Jesus fez e ensinou. Assim, em nosso caminhar de fé e fidelidade, o amor ao próximo se traduz em acolhida amorosa, em ajuda imediata, em esforços para transformar a realidade, e, em muitos lugares, no cuidado com a criação. Tudo isso decorrente do nosso compromisso com Deus, firmado na Aliança Batismal.

3. Nossa esperança não é vã. Nossa esperança não é vã porque Jesus Ressuscitou! Nossa esperança não é vã porque ele nos enviou e continua enviando o Espírito Santo, a força de Deus que nos leva adiante. Nossa esperança não é vã pois Ele prometeu estar conosco “até o fim dos tempos”. Nossa esperança não é vã porque, apensar de nossa fragilidade e pequenez, seguimos firmes em direção ao futuro. Nossa esperança não é vã porque experimentamos já aqui e agora o “sonho de Deus para sua criação”, quando vivemos em comunhão, em oração, quando praticamos a justiça e a bondade, quando nos cuidamos e apoiamos mutuamente, como irmãos e irmãs, queridos/as. Nossa esperança não é vã porque milhares de pessoas se somam na caminhada por um mundo e sociedade melhores.

Convido a todas as pessoas da IEAB para que celebremos neste mês de junho, com alegria e compromisso, juntando nossos amigos e amigas, parceiros e parceiras de caminhada, a Festa de Aniversário, renovando nosso compromisso com Jesus, nosso compromisso com a Aliança Batismal, nosso compromisso com o Reino de Deus.

Com minha oração e bênção,

Naudal Alves Gomes

Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

Diocesano da Diocese Anglicana do Paraná

127º Concílio da Diocese Meridional – Maio de 2019

IEAB Últimas Notícias - qua, 2019-05-15 00:40

Foto: Abertura  do 127º Concílio da Diocese Meridional

O 127º Concílio da Diocese Meridional aconteceu nos dias 3 a 5 de Maio de 2019 na Paróquia da Ressurreição em Porto Alegre. Sob o tema “Igreja: Vida e Compaixão” e o lema “Da-me de beber” (João 4.7b), celebrou os 70 anos da paróquia que o hospedou e os 34 anos da Ordenação Feminina na IEAB. Como tinha sido decidido previamente pela Comissão de Planejamento Pastoral e Missão – que organiza o Concílio – a candidata que resultasse eleita na Diocese Anglicana de Pelotas seria convidada como pregadora na celebração de encerramento, assim a Revda. Meriglei Borges Simin (Bispa Eleita) esteve presente durante toda a reunião conciliar e pregou no seu encerramento. Entre os temas tratados pelo Concílio deve se destacar a aprovaç ão do Plano Estratégico Diocesano do Triênio 2019 – 2021. Neste sentido destacamos a presença dos Sres. Domingos Armani e Luis Stephanou consultores para a elaboração do Plano Estratégico da IEAB. Foi aprovada uma nova versão dos Cânones Diocesanos já adaptados a nova Constituição e Cânones da IEAB. Houve apresentação de novos projetos pastorais, entre os quais se destacam o “Abraço Negro”  que se propõe abordar o Combate ao Racismo e o fortalecimento da luta do Povo Negro (que realizou uma pesquisa entre as delegações conciliares) e a Pastoral da Diversidade (Anglicanxs) que iniciou na Catedral Nacional da Santíssima Trindade e agora se propõe estender suas atividades a toda a diocese. A Carta Pastoral do Bispo Diocesano, Humberto Maiztegui Gonçalves, instou as comunidades a ser “a Igreja Samaritana” que é “uma Igreja libertada e liberadora, transformada e transformadora, comprometida e comprometedora, que se descobre em cada pessoa e que cada pessoa descobre sendo parte dela como instrumento divino”.

+Humberto

1º CONGRESSO IGREJAS E COMUNIDADE LGBTI+: “Diálogos Ecumênicos Para o Respeito à Diversidade”

IEAB Últimas Notícias - qua, 2019-05-15 00:19


SAIBA MAIS E FAÇA SUA INSCRIÇÃO EM: https://igrejasecomunidade.wixsite.com/igrejaselgbti?fbclid=IwAR1y4XOLDiybi38D_AVh8akq1MVrSJzmAD9eeghw3vZF5u9ll3mw7xmT-DE


As comunidades baseadas na fé têm apresentado diferentes posições nas questões envolvendo suas espiritualidades e a diversidade sexual e de gênero. Ora apoiando e acolhendo, ora excluindo ou invisibilizando seus fiéis e suas lideranças, tornando, ou não, seus espaços religiosos seguros.

Os desafios do acolhimento das pessoas da comunidade LGBTI+ geram diferentes respostas nas comunidades religiosas, tais como:

​a) o abandono integral de fiéis dos espaços religiosos para minimizar conflitos com suas lideranças e/ou irmãos da fé;

b) a busca de outros espaços, cristãos ou não, para vivenciar/experienciar o culto, a fé e espiritualidade;

c) o surgimento de posições de resistência nos seus espaços religiosos, visando torná-los acolhedores e seguros.

​Em contrapartida, para as Igrejas e Lideranças Religiosas, essas diferentes respostas por parte de seus fiéis e de suas estruturas implicam em uma série de desafios ainda pouco refletidos.

​Nos últimos 50 Anos, em âmbito internacional, sobretudo após a Revolta de Stonewall, se visibilizaram demandas e constituíram-se respostas institucionais e jurídicas às necessidades de LGBTI+. No Brasil, esse processo se inicia ainda nos anos 1970, mas ganha maior fôlego a partir da redemocratização em meados da década de 80 e toma maior intensidade nos anos 2000.

​A partir de então ocorreram muitos avanços, em especial no campo das políticas públicas, da ação do judiciário e de associações/conselhos científicos, destacando-se, em 2004, o Programa “Brasil Sem Homofobia” do Governo Federal e em 2008, a 1ª. Conferência Nacional LGBT.  Contudo, muitas lacunas surgiram, tais como programas governamentais sem dotação orçamentaria ou o cancelamento de projetos como o “Escola Sem Homofobia” – que havia sido construído com participação do movimento social organizado, universidades e Ministério da Educação – por pressões das alas conservadoras da sociedade. Todo esse caminhar se fez refletir nos diversos espaços religiosos, principalmente em espaços cristãos, gerando reações proativas para inclusão de pessoas fiéis LGBTI+ em algumas comunidades religiosas, com o surgimento das chamadas Igrejas Inclusivas e de movimentos inclusivos, aprovação de leis canônicas em Igrejas Tradicionais, ordenação de lideranças religiosas, extensão do matrimônio, e até mesmo questões envolvendo batismo e retificação de nome para pessoas trans.

​Nestas últimas décadas observamos a pluralização da presença da fé no espaço público e político no Brasil. Esse avanço tem trazido desafios na direção do respeito ao compromisso com o Estado Laico.  Tais desafios se intensificam a partir dos anos 2010 em âmbito internacional, com inflexões específicas na América Latina e Caribe, com o crescimento dos fundamentalismos e das intolerâncias, inclusive de base religiosa, e a ascensão de governos conservadores nos costumes e ultraliberais no âmbito da economia, aprofundando as desigualdes e vulnerabilidades.

​Diante do atual quadro, se faz necessário urgentemente:

​1) uma profunda análise de conjuntura,

2) promoção de exemplos de ações inspiradoras no campo religioso e LGBTI+,

3) a criação de redes de articulação de iniciativas existentes, e

4) fortalecimento de atores para incidência pública na defesa dos direitos em um contexto de enfrentamentos e busca de proteção.

​Assim, optamos pela construção de um Congresso que utiliza a experiência do ecumenismo como chave de análise e construção de reflexões coletivas. A longa trajetória de encontros nos quais fiéis e pessoas clérigas de diversas denominações e tradições podem sentar-se ao redor da mesa para partilhar suas perspectivas e experiências se demonstrou uma importante ferramenta para o avanço do debate em pautas muitas vezes consideradas tabus no ambiente religioso. Além disso, uma perspectiva ampla de ecumenismo nos permite estender essa mesa para todas as pessoas de boa vontade, sejam elas de fé ou não, mas que compartilhem de um compromisso com a justiça e a inclusão de todas as pessoas.

Objetivos do Congresso
  1. Dar visibilidade às experiências envolvendo a promoção do acolhimento pastoral e de espaços seguros no âmbito das Comunidades de Fé e especialmente Igrejas Cristãs;
  2. Promover a partilha de leituras dos textos sagrados e bíblicos que evidenciem a conciliação da fé e das vivências LGBTI+;
  3. Oferecer espaço de reflexão e troca em relação aos desafios para ao acolhimento de pessoas LGBTI+ e de suas famílias em contextos religiosos;
  4. Produzir um plano de ação conjunta das distintas Comunidades de Fé e Igrejas no contexto desafiador do crescimento dos fundamentalismos e da fragilização de direitos de LGBTI+;
  5. Oferecer espaço de reflexão sobre vivência da sexualidade e da espiritualidade;
  6. Estreitar os laços dos espaços religiosos com os movimentos sociais em questões comuns com a finalidade de cooperação, ampliando a compreensão de suas respectivas complexidades, subjetividades (espiritualidades) e ações na sociedade, buscando minimizar os preconceitos/falta de entendimento, através do conhecimento mútuo das linguagens, das ações e das formas de organização.
Público Alvo
  • Lideranças Religiosas e Leigas
  • Pessoas interessadas na relação entre espiritualidade e questões LGBTI+, independente do pertencimento a Igrejas ou Comunidades de Fé.
  • Movimentos de Direitos Humanos
  • Movimentos Sociais
  • Espaços de Estudos das Teologias, das Ciências da Religião e Sociais/Humanas

Texto e Imagens:

Paróquia da Santíssima Trindade

Koinonia Presença Ecumênica

Igreja Episcopal Anglicana do Brasil tem nova bispa!

IEAB Últimas Notícias - seg, 2019-04-29 18:46


A Revda. Meriglei Borges Simin, foi eleita Bispa Coadjutora da Diocese Anglicana de Pelotas – DAP. A eleição aconteceu na Catedral do Redentor, no dia 27 de abril, em concílio extraordinário, presidido pelo Bispo Francisco de Assis da Silva, da Diocese Sul-Ocidental, de Santa Maria/RS que atendeu ao convite do Bispo Renato da Cruz Raatz, Diocesano da Diocese Anglicana de Pelotas.

Meriglei, 51 anos, natural de Canguçu/RS, atualmente exerce seu pastorado na Diocese Anglicana do Rio de Janeiro, na Paróquia São João Batista, em Nova Lima/MG. É casada e tem três filhos.

Foi eleita no primeiro escrutínio com 6 votos do clero e 42 votos do laicato. Meriglei tornou-se a segunda mulher bispa da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil. A primeira é Marinez Rosa dos Santos Bassotto, Bispa da Diocese Anglicana da Amazônia.

Segundo os cânones da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a eleição precisa ainda ser referendada pela maioria da Câmara Episcopal, constituída por 7 bispos e uma bispa e pela maioria dos Conselhos Diocesanos das 9 dioceses. Cumpridas as normas canônicas acontece a cerimônia de sagração episcopal, que está prevista para o dia 17 de novembro.

Texto: Diocese Anglicana de Pelotas – DAP

IEAB é representada no Anglican Consultative Council (ACC 17)

IEAB Últimas Notícias - seg, 2019-04-29 17:58



Dia 28/04 teve início o “The Anglican Consultative Council (ACC 17)”, que este ano está sendo em Hong Kong. Eu e a Revda. Inamar estivemos representado a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil nesse encontro. Depois de dois dias de viagem, tivemos uma agenda intensa, com boas partilhas e muitas aprendizagens.

No segundo dia (29/04), tivemos a apresentação de vários relatórios, entre eles: da secretaria geral,  ACC Strategic Plan; da “Women on the Front Line”; do “Thy Kingdom Come”, além de orientações sobre resoluções e eleições.


Também houve a fala de varias representações  ecumênicas. Todos os dias há celebração eucarística e estudos bíblicos. O tema dos estudos bíblicos é o Caminho de Emaús e está sendo conduzido pelos irmãos e irmãs franciscanas.

Texto e Fotos:

Revda. Inamar de Souza (DARJ) e Sra. Anna Luiza Oliveira (DAR)